Introdução
O setor de varejo está passando por mudanças extraordinárias. À medida que adotamos a transformação digital e a evolução dos comportamentos dos consumidores, estamos adotando um modelo de varejo que deverá ser radicalmente diferente daqui a uma década. Embora as fontes tradicionais de lucro no varejo, como margens de vendas e tráfego de clientes, continuem significativas, novas formas de lucro estão surgindo rapidamente, desde #retailmedia e #retailmedianetworks até o aproveitamento de big data para gerar receita diretamente de marcas que precisam de insights acionáveis para ajustar suas estratégias de produto.
Atuais geradores de lucro no varejo
Atualmente, a principal fonte de lucro para a maioria dos varejistas continua sendo a simples venda de produtos adquiridos de fornecedores, aproveitando descontos por volume e margens de lucro. Por exemplo, nos EUA, a margem de lucro média para varejistas varia de 2% para supermercados a mais de 50% para varejistas de joias e vestuário.
Geograficamente, em mercados maduros como os EUA e a Europa, o varejo omnicanal está gerando lucros. Enquanto isso, em mercados emergentes como a Índia, o varejo tradicional físico continua lucrativo devido à alta preferência pelas compras na loja física.
O Futuro da Rentabilidade do Varejo
Um relatório da Bain & Company (O Futuro do Varejo na Era da Convergência) prevê que, até 2030, as atividades “além da transação” poderão representar metade dos lucros do setor de varejo. Isso se refere à diversificação geradora de valor, como marketplaces que geram comissões, serviços business-to-business e a monetização de ativos subutilizados, como dados de clientes e canais de publicidade.
Curiosamente, a Footprints AI prevê que 35% de todos os lucros serão impulsionados pelas receitas de Retail Media, indicando um aumento no valor dos dados e da publicidade no setor de varejo.
Setores verticais do varejo em evolução
Os setores verticais do varejo também estão se transformando. Por exemplo, varejistas de alimentos como Kroger e Albertsons buscam expansão por meio de fusões e aquisições. Varejistas com grande domínio da tecnologia, como Amazon e Alibaba, estão se diversificando para o varejo físico, enquanto varejistas tradicionais estão aprimorando sua presença digital, melhorando as capacidades omnicanal.
O papel da Footprints AI
À medida que os fatores de lucro do varejo mudam, soluções baseadas em IA, como a Footprints AI, podem ser revolucionárias. Veja como:
- Preços otimizados: os algoritmos de aprendizado de máquina da Footprints AI analisam dados históricos de vendas e padrões de compra dos clientes para fornecer estratégias de preços ideais, ajudando os varejistas a maximizar as margens de lucro.
- Previsão de demanda: com uma previsão precisa da demanda, os varejistas podem reduzir a falta de estoque e o excesso de estoque, aumentando a lucratividade e melhorando a satisfação do cliente. Isso também abre caminho para o cumprimento acelerado dos compromissos de Desperdício Zero.
- Crescimento da receita de Retail Media: À medida que a Retail Media se torna um fator de lucro significativo, a Footprints AI pode fornecer recomendações personalizadas e publicidade omnicanal, aumentando a eficácia dos anúncios e, consequentemente, as receitas.
- Monetização de dados: A Footprints AI pode ajudar os varejistas a revelar o valor de seus dados de clientes, transformando-os em insights acionáveis que podem ser monetizados direta ou indiretamente.
Conclusão
O futuro da lucratividade do varejo está em abraçar a diversificação e aproveitar o poder dos dados e da IA. A convergência de estratégias tradicionais de varejo e tecnologia pioneira moldará o panorama do varejo.
Lembre-se: o modelo de varejo que prosperará na próxima década será aquele que se adapta e inova continuamente para oferecer valor além da simples venda de mercadorias. Como varejistas, precisamos iniciar essa evolução estratégica hoje. O futuro do varejo não se resume apenas à sobrevivência; trata-se de prosperar em meio às mudanças.
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